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Pela obsessão da estética, cada vez mais se observam estratégias diferentes para a redução da gordura corporal, desde as mais simples e eficientes como a prática regular de exercícios físicos e uma alimentação saudável; e outras estratégias mais complexas e arriscadas como uso de medicamentos, dietas milagrosas e também os exercícios físicos de Aeróbios Em Jejum (AEJ). A primeira consideração é de que existe a hipótese de que se a pessoa se exercitar em jejum, ela provavelmente “QUEIMARIA MAIS os estoques de gordura existentes”. Buscando a literatura, observam-se que os resultados são inconsistentes em relação aos efeitos do AEJ na maior utilização de gordura como fonte de energia para o exercício.
Até mesmo considerando-se que a proporção de gorduras fossem mais metabolizadas durante o AEJ, é importante salientar que está bem esclarecido que a proporção de gordura oxidada DURANTE o exercício é INSIGNIFICANTE para a redução da gordura corporal como um todo.
No que diz repeito da relação entre exercício e redução da gordura corporal, a correlação entre o gasto energético do exercício, principalmente após exercícios de alta intensidade (Marra et al, 2005) e a ingestão calórica com alimentação balanceada representa o papel mais importante no emagrecimento.
Ou seja, do ponto de vista prático, os resultados obtidos em diversos estudos mostraram que o AEJ com objetivos de EMAGRECIMENTO não AUMENTARAM A UTILIZAÇÃO DE GORDURAS.
Dessa forma, realizar qualquer atividade em jejum é ruim, no exercício físico não seria diferente.
Portanto, colocando na balança os efeitos positivos e negativos de realizar o Aeróbio em Jejum, vale mais a pena NÃO REALIZÁ-LO e sim fazê-lo após uma refeição leve.
Procure um profissional de Educação Física para a prescrição correta do exercício de acordo com seus objetivos.

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