Esse é caso de mais uma intervenção minha de 6 meses. Antes do início do tratamento: 115 Kg; 40% de gordura. Após o tratamento: 84 Kg, 18% de gordura. Sempre digo que não há mistério para o EMAGRECIMENTO eficiente. Não existe uma fórmula exata e não há o certo, nem o errado. Eu sempre acredito que o bom senso deva existir na prescrição do exercício. Eu le levo sempre em consideração os seguintes aspectos:
1- A manutenção da SAÚDE do praticante. Não adianta querer resultados rápidos pois se houver alguma LESÃO, ocorrerá o abandono ao programa de treinamento. E aí, para voltar de novo, fica aquela desconfiança.
2- Outro aspecto que dou bastante ênfase é em qual tipo de exercício ele sente mais PRAZER. Quanto maior o prazer, menor o abandono ao programa.
3- Eu procuro evitar prescrições demasiadamente DEMORADAS, pois a falta de tempo é um dos principais motivos de abandono ao programa de treinamento. (conforme resumo publicado sob minha participação- VIVIANE et al., 2005).
4- E em relação à PRESCRIÇÃO DO EXERCÍCIO, após a ADAPTAÇÃO músculo-articular do aluno, eu geralmente prescrevo nas sessões de uma semana, um treino chamado de TREINO POLARIZADO, onde há uma COMBINAÇÃO de exercício aeróbico de moderada intensidade para os benefícios cardiovasculares e melhor capacidade de recuperação nos intervalados; um treinamento intervalado de alta intensidade e um treino contínuo de alta intensidade e curta duração próximo ao limiar anaeróbico.
Esse tipo de treino POLARIZADO revela que a combinação de treinos intervalados (HIIT) com treinos de altos volumes parece proporcionar as melhores adaptações para a melhora do cosumo de oxigênio (Stoggi E Sperlich, 2014).
5- Além de tudo isso, uma boa reeducação alimentar de forma a ter um saldo calórico negativo para que se reduza a gordura corporal.
Referência:
Viviane, M. ; Marrasshi, R. ; Marinho, M. ; Robaine, M. ; Marra, C. . Motivos de Não-Adesão a Programas de Exercício Físico em Adultos Com Sobrepeso. In: XI Congresso Brasileiro de Obesidade, 2005, Rio de Janeiro. Anais de Metabologia e Endocrinologia, 2005.
Stoggi, T; Sperlich, B. Polarized training has greater impact on key endurance variables than threshold, high intensity, or high volume trainig. Frontiers in Physiology, 5(33), 2014.

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