quarta-feira, 14 de maio de 2014

Tudo o que você precisa saber para passar no teste de barra fixa em concursos.

Considerado um dos testes mais difíceis, a barra fixa deixa muito concurseiro de "cabelo em pé". Vamos a nossa primeira dica.       

A primeira coisa que o avaliado deve levar em consideração é a posição das mãos na barra. Dependendo do edital, as mãos devem ser voltadas para frente (pronação) ou para o rosto (supinação), sendo que a maioria libera a posição a escolha do candidato . Quando a pegada for de livre escolha, a melhor posição é a supinada (palma das mãos viradas para o rosto), pois desta forma ocorre uma vantagem mecânica que vai auxiliar o executante a fazer a flexão na barra com maior desempenho e evitar fadigar o músculo precocemente.      

Outra dica é não realizar o movimento de descida (fase excêntrica) com muito esforço, ou seja, não segure o corpo na descida. Assim há um menor desgaste muscular, o que vai ajudar o avaliado a conseguir mais algumas repetições o que pode ser crucial para a aprovação. Em relação ao treinamento, uma academia é fundamental, facilita o uso de exercícios auxiliares que fortalecem os músculos das mãos, punhos e os que fazem a flexão do cotovelo, como por exemplo, o bíceps (muque). Existe um aparelho nas academias chamado Graviton, onde os candidatos que não conseguem realizar as flexões na barra podem desenvolver a técnica do exercício nesse aparelho.       

A montagem do treinamento é personalizada , devemos levar em consideração as individualidades biológicas como peso, altura, idade, sexo e nível de treinamento do avaliado. Com bases nestes dados, o treino e os métodos utilizados irão atender as necessidades individuais. Lembro que a preparação para prova deve ser feita com antecedência, deixar para treinar após a aprovação do teste teórico pode ser tarde demais.

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